Soluções adaptadas as suas necessidades.

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Superação

Vê o positivo, foca-te no bom, não há pessoas nem amigos nem quaisquer tipo de vidas perfeitas.
Somos o que somos, como viemos ao mundo, bom ou mau o nosso fado é o que é, entre tantas outras vidas...
Sê grato, gentil, imerso nas qualidades que te embelezam.
Erra uma, duas, três vezes... mas não sempre, sobretudo com os que te amam, porque esses também partem na dor da desilusão.
Uma mão estendida, dois braços para abraçar são fortunas maiores que "um iate no meio do mar".
Estuda, cultiva-te e trabalha muito, sim muito! Os sonhos alcançados são resultado de foco e resiliência.
Paixão pela vida, que nós próprios construímos e respeito àqueles que nos ensinaram a nela caminhar. JCC

Aprendizagem

"Ensinar é um exercício de imortalidade, de alguma forma continuamos a viver naqueles cujos os olhos aprenderam a ver o mundo pela mão da nossa palavra.
O professor, assim, não morre jamais..." Ruben Alves (2014)
Deixem-nos viver! Para que o aluno sinta que a aprendizagem está viva conosco.
Professor pedagogo com tempo para amar a sua arte, fabricá-la, reinventá-la!
Sem a pressão da excessiva burocracia, as aferições externas e internas desenfreadas, com tempo para dar também a si cultura e amor. JCC

Tempo

Hoje em dia tudo é muito rápido
E a gente perde-se no meio das informações, dos consumos e das obrigações.
Por vezes é necessário fazer uma pausa.
Para arrumar as coisas à nossa volta.
Para sentirmos liberdade de pensar pela nossa própria cabeça.
Para renascer dentro dos nossos olhos e palavras. JCC

"Polis" global

Se escolherem usar a vossa condição e a vossa influência para erguerem a voz dos que não têm voz;
Se escolherem identificar-se não só com os poderosos mas também com o mais comum dos mortais;
Se escolherem ouvir ao invés de falar e perscrutar o sonho e a realidade dos pobres ao invés de os subestimar;
Se escolherem as ideologias do mundo em comunidade ao invés de o segregar... A sustentabilidade acontecerá!
Vós que sois dogmáticos e literados sede também pragmáticos e empáticos,
A política não pode ser apenas uma aspiração egóica para chegar ao "alter poder" dentro do vosso Estado ou Partido;
Por favor não alienem a consciência humana em prol dos vossos interesses, pois a política também deve ser um princípio ético, uma forma de alcançar a liberdade, a justiça e o progresso.
Não é preciso magia para melhorar a vida das pessoas!
Está tudo no coração. JCC

Prosexia de sobrevivência

O ato de prestar à atenção,
Focar o essencial e o necessário.
O ato de observar o outro
E a sua consciência.
O ato de concentrar a sua atividade mental num objetivo impreterível.
A possibilidade de o homem se orientar a si próprio sem prejuízo da sua integridade psíquica.
Uma grande capacidade para a resiliência.
Numa apocalipse um exímio recurso de sobrevivência. JCC

Retorno ao humano

Num forte processo de desumanização da sociedade, o homem de hoje vive imerso numa sinergia de maquinização, agindo cada vez mais sem propriedade emocional.
É urgente que este saia de trás das máquinas que criou e reaprenda a viver com deleite o "ser pessoa".
É preciso coragem para voltar a saber, saborear uma refeição acompanhado, conviver com amigos, dar um abraço a um irmão, ouvir e conversar com alguém, comemorar a família,...
Mais do instigar metas de hedonismo é preciso valorizar processos, encontrando neles uma oportunidade de recuperar valores humanos. JCC

P.S. "Este processo de obsolescência geracional continuará inevitavelmente a acelerar, geração após geração, e daqui a cem anos até os conceitos mais básicos da vida quotidiana no mundo serão estranhos às pessoas da minha geração." Arlindo Oliveira, 2017.

Violência, bullying e cyberbullying

Sabe-se que nos últimos anos se tem assistido a um crescimento de problemas de violência no seio das famílias, doméstica e no namoro, e se têm verificado inúmeras situações de bullying e cyberbullying em múltiplos contextos de sociabilidade, que levam os jovens a sentirem-se deprimidos e com falta de autoestima, e se traduzem em comportamentos violentos, automutilações e tentativas de suicídio.
Na escola, repercutem-se dificuldades no relacionamento intra e interpessoal com os pares e adultos por incapacidade de autorregulaçao das suas emoções. É, então, premente no contexto escolar permitir ao aluno:
Reconhecer e partilhar diferentes emoções e sentimentos;
Dotar-se de formas não violentas de expressão;
Tomar consciência do significado afetivo e social de família, amizade e namoro,
Valorizar relações de cooperação e entreajuda positivas,
Atuar de modo assertivo nas diversas interações sociais;
Proteger o seu corpo, dizendo não às aproximações abusivas.

  • Educar emocionalmente um aluno é ajudá-lo a crescer livre, com respeito pelos limites do outro. JCC

Meditação

Sabe-se que corpo e mente se influenciam mutuamente produzindo modificações fisiológicas. Uma mente que medita provoca alterações estruturais e funcionais no cérebro, reforçando a sua capacidade de atenção executiva. Trata-se de uma forma de aprendizagem do aperfeiçoamento da memória operacional por meio da neuroplasticidade, em que o cérebro se reorganiza constantemente para inibir estímulos e elementos distrativos.
Com a prática meditativa continuada, o indivíduo revela menor reatividade emocional e, quando isso acontece, retorna à normalidade mais rapidamente. A autorregulação do consciente torna-o mais capaz de enfrentar situações de perigo e stress. JCC

Direitos do Animal

Como animais (racionais) deveríamos ter sempre presente que "Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência" e que isto implica a coexistência harmoniosa das espécies no mundo.
Considerando que o homem comete genocídios e que existe a ameaça de os continuar a cometer é importante que casos como o do cavaleiro João Moura venham a servir de exemplo de que há justiça para a dor infligida aos animais. E que muitos como este sádico tomem consciência
que o exercício dos direitos do animal é para ser levado a cabo! JCC

Veja-se na declaração Universal dos Direitos do Animal:
Artigo 3.º
a) Nenhum animal será submetido a maus tratos nem a actos cruéis.
Artigo 11.º
Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocí­dio, ou seja, um crime contra a vida.

Trabalho Infantil

Sabe-se que o trabalho infantil, por circunstâncias históricas e fatores conjunturais, tem sido uma realidade frequente no mercado de trabalho informal. Milhares de crianças em todo o mundo são vítimas do trabalho infantil em consequência da pobreza e conflitos no seio familiar.
O emprego de crianças em qualquer trabalho para outrém priva-as da sua infância, interfere na sua capacidade de frequência da escola. É um ato ilegal considerado uma prática mental, física, social ou moralmente perigosa e prejudicial.
A legislação em todo o mundo proíbe o trabalho infantil porém a exploração por muitas organizações internacionais subsiste, obstando todos os direitos das crianças, que deveriam ser escrupulosamente preservados.
Medidas como responsabilização criminal dos pais e tutores legais e o cumprimento da legislação laboral por parte das entidades empregadoras deveriam ser mais reguladas por organismos do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social e da OIT.
Uma criança é um ser humano em formação que deverá ser educado, instruído, amado e protegido em liberdade e harmonia com o seu desenvolvimento natural.
Um criança é um ser puro e vulnerável, é o amor genuíno capaz de perdoar os progenitores que o entregaram ao inferno. JCC

Melancolia

Hoje, mais que nunca, o homem sente a sua vida submetida exclusivamente ao presente, frugal nas projeções temporais, tomando-a como uma sucessão de instantes.
Isto causa-lhe uma constante sensação de “finitude”, uma percepcão de vazio de sentido.
No jogo da vida de hoje está cada vez mais consciente da limitação da existência e constrói a sua obra em cima daquilo que é mais superficial ou profundo.
O homem de hoje procura lidar com mestria perante  essa submissão ao presente e impotência em relação ao futuro, extrapolando a ansiedade e a dor que o efémero lhe transporta.
Num riso que não é de gozo nem escárnio busca uma condição de sabedoria de vida, procurando com coragem observar de ‘cima’ o que está acontecendo.
Ciente da transitoriedade conjuntural volta-se cada vez mais para dentro de si mesmo, procurando a compreensão do mundo na sua própria interioridade. JCC

A angústia da escolha

A angústia é uma sensação de natureza humana. Partimos do princípio que o homem é um ser livre e decide sua própria vida, é encarregado pelas suas escolhas e luta pela sua existência. Porém nessa busca, ele se depara com inúmeras possibilidades e ao mesmo tempo o medo de fazer uma má escolha.
É na melhor escolha que o homem direciona seus pensamentos e ações. Suas escolhas podem ser autênticas ou até mesmo disfarçadas, conscientes ou inconscientes. Mas, o homem existe para escolher, disso ele não pode fugir!
Quanto menos o homem escolhe mais angústia ele gera. Por outro lado, quanto mais possibilidades de escolha mais angústia de não tomar a melhor opção.
O desconhecido, a dúvida, a incerteza, o risco fazem parte desse processo de escolha.
O importante não é fazer a melhor escolha mas sim uma boa escolha pois nem sempre o que parece ótimo é sustentável.
O importante é arriscar tentando ser fiel e responsável com suas escolhas e consequências. Não espere que o outro tome uma decisão por si, ficando então infeliz com uma realidade que não gerou, mas confortável em não responder por ela. Uma maneira fácil, mas pouco eficaz de se viver...
Não há como vivermos a vida que desejamos, sem nos colocarmos como responsáveis por ela.
Podemos optar por abrir mão do livre arbítrio, mas não será coerente queixarmo-se do rumo das coisas, afinal de contas abrimos mão da direção.
Escolhendo nos fazemos mais livres para decidir nosso caminho, para escrevermos nossa história.
Portanto se soubermos suportar um pouco mais o peso da decisão, a angustia de decidirmos por nossa própria consciência seremos capazes de reescrever nossas histórias, com escolhas boas e outras nem tanto, mas todas verdadeiras. JCC

Narcisismo contemporâneo

O homem nunca poderá ser tudo aquilo que deseja ser, mas pode projetar o mais possível a realização da sua vida.
Assim nas aspirações da sua identidade, ele recalca o que de menos bom ou belo há em si. Ele camufla os seus "podres" para que a sua "imagem" corresponda ao seu ideal de Eu. O verniz só estala quando tiver que reprimir ou negar o seu ego perante o outro!
Para muitos a vida gira assim, à volta do seu umbigo...
As redes sociais facilitaram esta cultura de subjetividade do Eu que extrapola a necessidade do outro, que se pauta pela autossuficiência e inceta o narcisismo.
A sociedade mudou de coordenadas sócio-políticas e o espaço digital tornou-se palco público de cenas de "bem parecer".
O incremento de produtos narcisistas na comunicação social, favoreceu a exposição da individualidade exacerbada, do Eu territorial.
Apesar da celeridade nas conexões observa-se cada vez mais alienação em massa, negligência e indiferença ao outro.
Um tanto de ética, um tanto de alteridade urge recuperar-se pois é o outro que nos constrói como "eu mesmo", devemos também ao outro o significado da existência.
A realização pessoal deve ser modelada pela percepção do impacto do nosso Eu no mundo.
Só assim poderemos evitar danos sociais catastróficos. JCC

Mitomania de todos

Um transtorno de personalidade, um
mitomaníaco geralmente mente com o intuito de ter algum benefício próprio, mente sem necessidade e sem pensar nas consequências.
É geralmente a negação da sua história pessoal ou da sua condição social a causa comum do seu comportamento patológico.
Estamos, portanto, a falar de pessoas que por não aceitarem a própria realidade mentem conscientemente.
Naturalmente, que há gradações de mitomania, a mais alta diz respeito a casos de mentira compulsiva. Pessoas que não aceitam sua realidade externa e/ou interna e que mentem constantemente para se engrandecer ou para prejudicar os outros ou para causar algum mal.
Normalmente, são as pessoas ao redor do mitomaníaco que detetam a compulsão, pois estes não a assumem.
O mitomaníaco é criativo e sedutor... E começa a mentir com mais frequência e intensidade quando alcança com sucesso os seus objetivos. A satisfação da manipulação da realidade é aliciante, mas nem sempre compensatória. Como consequências, ele pode enfrentar exclusão social, ser afetado no trabalho, aderir a padrões de vida tóxicos ou perder o controle da vida financeira.
Existe a possibilidade de um maior controle dos seus impulsos mas o seu transtorno psicológico não tem cura. JCC

Expectativa

Sem dúvida, um dos maiores desafios da vida é viver sem expectativas. Visto que somos todos direcionados a maior parte do tempo pelo ego, que se alimenta fundamentalmente das expectativas, abandoná-las exige de nós uma profunda mudança interna.
O objetivo da expectativa é sempre irreal - fugir ao sofrimento, com base numa projeção futura. Todavia, uma projeção não é sequer uma previsão, por isso não é plausível vivermos o tempo todo lutando contra, uma lei básica da existência e os fluxos naturais da vida.
Como tal, a expetativa só pode ter como resultado, angústia e sofrimento.
Quando não se tem expectativas vivencia-se as coisas de maneira objetiva, não influenciado por pressuposições.
Se um dia quiser ficar desapontado com alguém, estabeleça expectativas irreais!
O que te desaponta são as expectativas, não os desfechos. Desfechos simplesmente devemos avaliá-los sob a perspectiva factual, ao invés de como eles atingem alguma linha imaginária na nossa mente. JCC

Verborreia social

Antigamente, os grandes líderes sabiam que há um tempo para falar e outro para estar calado. Por exemplo, Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, e Santa Madre Teresa de Calcutá passaram por longos períodos de silêncio nas suas vidas, refletindo, alimentando uma vida interior que nos era transmitida pela autenticidade das suas palavras.
Atualmente, quem fala mais é o mais forte, o mais admirado, ainda que não diga nada de verdadeiramente relevante ou objetivo. O silêncio é entendido, por muitos, como um sinal de fraqueza e não como uma atitude prudente e uma prova de sabedoria.
Ora, julgo que um dos maiores problemas da atualidade é a “doença do barulho”. O homem pós-moderno vive adicto ao barulho. Os ecrãs tecnológicos, autênticas prisões cintilantes em que todos nós passamos demasiado tempo, continuam a alimentar-nos de um fluxo ininterrupto de informações e conteúdos, sequestrando-nos tantas vezes o descernimento.
A incapacidade que as pessoas mostram para estarem no silêncio, é um sinal preocupante. Facilmente se pressente que as suas opiniões não foram pensadas, vividas com profundidade no silêncio, antes de nos serem comunicadas.
Reina a magniloquência no discurso político, nos comentadores televisivos e nas redes sociais.  Frequentemente, a conversa que começa sendo útil, degenera cedo em inútil, para terminar sendo censurável.
Um antigo ditado popular afirma que temos uma boca e dois ouvidos para ouvir mais e falar menos.
Quem já se deparou com isso sabe bem, como é difícil finalizar um diálogo que mais parece um monólogo!
Sabe bem, o que é dialogar com alguém que fala muito para não resolver nada!  Sabe bem, o que é tentar comunicar assertivamente com alguém que esconde a sua culpa ou ignorância de algo, ocultando-as por trás de um falar interninavél e inconsequente!
Cada indivíduo tem uma forma de manifestar seu estado interior, podendo represantá-lo idóneo ou perturbado por meio da fala intensa. JCC